“É a nossa luz, não nossa escuridão que mais nos assusta.

Nosso medo mais profundo não é de sermos inadequados.

Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida,

Mas brincar de ser pequeno não serve ao mundo.”

Coach Carter

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Sobre ela.

Essa garota...
Ela mexe muito comigo. Mexe muito o tempo inteiro.
Me leva a acreditar em coisas que um dia já desacreditei.
Me leva a desacreditar em coisas que até então acreditava.

Essa garota...
Queria que você tivesse visto o sorriso dela pelos meus olhos.
Aquele sorriso tão próximo de mim. Aquele sorriso que adoro.

Essa garota...
Você devia ver como os olhos dela brilhavam por entre os cabelos.
Como expressavam tanto sentimento, tanto ardor, tanto desejo.

Essa garota...
Me chamaria de mentiroso se eu conseguisse expressar o nosso calor.
Diria que estou exagerando, tentando impressionar. Não estou.

Não consegue imaginar como é tê-la nos braços, tão sua.
Tê-la no colo, tão carinhosamente aninhada, tão protegida.

E eu não sou capaz de descrever o contato com sua pele tão macia.
Aquele corpo sobre o meu. Aquele corpo sob o meu. Aquele corpo em mim.
Quente, instigante, cheiroso, frágil, enlouquecedoramente lindo, escupido.

Amei vê-la deitada no meu peito, tão entregue a mim. Tão ela.
É uma imagem que se fixa na alma e te pega de surpresa por dias.
É o tipo de coisa que surge no ócio, na equação, no conceito.
O tipo de coisa que te faz sorrir mesmo estando no seu limite.

Estar com ela é como ouvir a música perfeita, na hora perfeita.
É como estar sempre em paz, no meio de todo o caos dessa vida.
Um pássaro azul que visita sua janela naquela manhã de domingo.
Um pensamento bom, um conselho, um afago inesperado na solidão.

O primeiro e o último pensamento do dia, quando não, do sonho.

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Queria que ela estivesse aqui, ao meu lado, dormindo, segura.
Queria abraçá-la e vê-la sorrindo suavemente sem abrir os olhos.
Ouvi-la soltar um leve suspiro de satisfação e se aconchegar nos meus braços.

Talvez eu dormiria sorrindo ao vê-la assim.
                           Talvez eu a olhasse dormindo e a contemplaria por toda a noite.
Talvez eu a beijasse no pescoço...

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